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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Em entrevista: My Golden Universe Blog

Há muito tempo que não entrevistava alguém aqui para o blog! Desta vez é uma colega blogger do outro lado do oceano, no Brasil! O que nos une, para além da língua, é o mesmo gosto pelo vintage, cinema e história em geral, por isso tinha de a entrevistar :) Ela também me entrevistou para o seu blog, e podem ver AQUI

Venham conhecer esta Clara Bow com sotaque ;)


1- Nome, Idade, Localidade Pais
Inajara B. Paulo, 25 anos, Vila Velha, Espírito Santo Brasil


2- Como surgiu o seu interesse pelo retro/vintage?
Surgiu por meio de um trabalho acadêmico, no qual tive que pesquisar sobre a cultura americana entre 1918 e 1941... Entrei em contato com alguns blogs lindos sobre a cultura vintage, como o Nos tempos da minha Avó e Pin ups do Brasil. Elas foram sempre tão gentis, que acabei me encontrando neste meio. Uma verdadeira apaixonada e entusiasta da cultura vintage. Hoje em dia sou super amiga delas e me juntei a este universo de blogueiras que se dedicam a divulgar e “ensinar” o nosso universo.


3 - Qual é a sua década favorita, e como você a tenta integrar no seu estilo diário?
Difícil escolher uma só. Uso elementos inspirados em várias épocas, como os anos 40 e 50, por exemplo. Mas, dentre todas as décadas, a que mais me encanta é a década de 20. Amo o estilo de vida Flapper e artistas do cinema mudo. Me inspiro muito nelas principalmente nas makes e nos acessórios de cabelo (já que não posso me vestir no estilo para vir ao trabalho). Gosto muito de usar lenços, boinas, flores... Isso sem contar no meu corte de cabelo, que é o Bobbed hair.


4-Quais seus filmes antigos favoritos? Que filmes antigos brasileiros você aconselha?
Meus filmes antigos favoritos são os filmes estrelados pela minha diva Clara Bow: Wings (1927), It (1927) e The Plastic Age (1925)... O Brasil tem vários filmes antigos bons, principalmente comédias como as do Grande Otelo e Mazzaropi... Mas recomendo MESMO são os filme de nossa eterna pin up, Carmen Miranda (que aliás é portuguesa!). Dela eu SUPER recomendo Minha secretária brasileira (1942) e O príncipe encantado (1948). Os filmes dela são muito divertidos.




5-Como é a cena vintage no seu país? É uma comunidade grande ou fechada?
O cenário vintage aqui no Brasil é algo que está em franca expansão! Até um ano atrás, não se via tantas fanpages e blogs relacionados ao tema como hoje em dia. Cada vez mais esse universo está arregimentando mais e mais adeptos por todas as partes, e isso é muito legal! Infelizmente, como em toda subcultura, ela tema alguns desafetos entre os personagens que são “pioneiros” aqui, mas ela é bem receptiva e a cada dia cresce mais e mais! E fico muito feliz por fazer parte da divulgação deste modo de vida


6- Quais os seus sites ou blog favoritos?
Meus sites e blogs favoritos são: Aqui no Brasil – Viva o Retrô, Nos tempos da minha avó, Pin ups do Brasil, Blackberry Boogie... E estrageiros: Madame turbante, American dutchess, Ecletcally vintage, The Fictionista... Enfim, se eu for listar todos, vai tomar o dia todo, porque curto muita coisa, sigo muitos blogs e fanpages...



7- O que mais te inspira em geral?
Acho que o que mais me inspira são fotos de mulheres comuns de antigamente. A elegância e glamour contido na simplicidade delas é memorável e digna de ser homenageada. Também nos filmes antigos, principalmente nos da Clara Bow, onde ela sempre fazia papéis de garotas de atitude, com visuais simples porém ousados, mesclando elementos do guarda-roupa masculino com peças femininas.





Bom se quiser conhecer mais sobre mim, é só seguir meu blog e também ver a Tag que eu e as meninas adeptas do universo vintage aqui no Brasil fizemos! (está convidada a responder, as meninas aqui iriam gostar muito!!!)

 http://www.youtube.com/watch?v=OCSfbi3MKvY









Visitem o blog dela! Está cheio de informação sobre cinema, história da moda, música entre outros temas :)

xxx


terça-feira, 26 de março de 2013

Em entrevista: Miss Jackie

Neste espaço privilegia-se as pequenas marcas, e hoje trago-vos a conhecer a Miss Jackie! A Miss Jackie é uma pequena marca de acessórios feitos à mão com muito amor e carinho. Malas, malinhas, bolsinhas e até almofadas com padrões coloridos e diferentes podem ser encontrados na página do facebook da marca.
A criadora por detrás da Miss Jackie, Carolina Ribeiro, já é minha conhecida e comadre de alguns anos, e tive a liberdade de lhe fazer algumas perguntas ;)



A Miss Jackie existe há pouco tempo, mas sei que tens andado sem mãos a medir com encomendas. Como surgiu a ideia de criares uma marca de malas e outros acessórios?

 Desde pequenina que sempre teimei em criar as roupas que vestia, acessórios, bolsas, trapos,etc.
Quando ainda não sabia costurar, desenhava os modelitos e pedia à minha avó para fazer, e quando chegou a altura decidi enveredar pelo ensino profissional e tirar um curso de Design de Moda, e aprendi a fazer roupa para mim. Depois de terminar o curso o meu objectivo era, e continua a ser, criar moda original e diferente a preços acessíveis (coisa rara em Portugal), porque acredito que uma peça de roupa para ser bonita e bem feita não tem necessariamente de ser um balúrdio.
Então decidi criar a Miss Jackie, que para já só tem malas e acessórios porque é uma coisa mais “fácil” de comprar na internet visto que não é preciso medidas especificas, mas futuramente pretendo expandir para todo o tipo de roupa!
Porquê Miss Jackie?



É uma história um bocado longa ahaha, há uns anos atrás, quando era miúda e andava ai a febre dos nicks do MSN e do Myspace, quis inventar um nick que tivesse a ver com a minha paixão pela década dos anos 50 e mistura-lo com a minha outra paixão, a moda punk e rockeira. Pensei em icons dos anos 50 que admirava, e claro, lembrei-me logo da Marilyn, mas achei que era muito visto, e optei por uma personagem mais desconhecida, Jackie, em homage a Jackie O. (former Kennedy), e juntei-lhe o Chaos, e desde ai ficou a minha alcunha. Para criar a minha marca não poderia ir por outro caminho senão o meu “nome”, e juntei-lhe o Miss para ficar mais fofinho e apelativo as massas.



O que te inspira para criares?
Um pouco de tudo! As minhas amigas e familiares dão-me muitas ideias boas de coisas que gostariam de ter, e acabo por criar as peças um bocado à imagem delas, também me inspiro nas modas underground que passam pelo facebook e pelo tumblr, e um bocadinho nas tendências internacionais que vão mudando todas as estações. O meu marido também é uma grande fonte de inspiração visto que é um “inventor” ele próprio e muitas vezes acaba por me guiar para certas ideias diferentes das minhas.
O que podemos ver na próxima colecção?
A próxima colecção grande vai ser a de Verão e vai ter vários elementos novos, para além das habituais malas, bolsas e porta-moedas, vai contar com algumas peças de roupa one size inteiramente confeccionadas por mim, porta-chaves, brincos, óculos escuros, chapéus, tennis, e o resto é surpresa ;P
5 palavras para descreveres a Miss Jackie
Esta é a mais difícil! Original, criativa, única, feminina, muitas cores e padrões!!!




A Carolina a criar as suas malas!

Gostaram? É bastante funky, colorido e jovem! Adoro as bolsinhas para o telemóvel/dinheiro ;)

Visitem a Miss Jackie e façam LIKE! SHARE THE LOVE!

xxx

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Em entrevista: Mariana Pires - Lipscani Design

 A Lipscani já é uma marca conhecida aqui no blog. Desde o inicio que me apaixonei por cada peça desenhada pela Mariana, a fundadora da marca, e a cada novo lançamento não me deixa de surpreender pela positiva. Venham conhecer a pessoa por trás dos lenços e das malas!


Como surgiu a moda/design na tua vida?

A moda surgiu na minha vida quando estava no nono ano e uma professora minha de educação visual (que tinha estudado moda na ESMOD em paris) viu os meus desenhos e aconselhou-me a considerar seguir esse caminho. Informei-me e havia uma escola em Lisboa que tinha um curso de moda. Decidi arriscar e duas semanas depois estava inscrita para começar no ano lectivo seguinte.



Sei que trabalhaste num atelier de alta costura, podes falar-nos um pouco sobre essa experiência e como isso te enriqueceu a nível profissional?

Essa experiência enriqueceu-me em dois sentidos: por um lado ensinou-me a ser humilde, ter trabalhado numa das 26 empresas oficiais de alta costura do mundo (consideradas pelas regras de Chambre Syndicale de la Haute Couture) com todas as responsabilidades, complexidade exigidas por casas neste ramo mostrou-me que ainda tinha muito por onde que aprender, e que afinal, naquele mundo de loucos, onde não se consegue subir mais alto na moda, eu não sabia nada. Eu não sabia nada de como o mundo da alta costura era duro e sofri com isso. Aprendi rápido e da forma mais difícil  porque nada do que se vê e aprende na escola, nas reportagens e revistas nos prepara para o mundo real,e quando nos deparamos com ele, sentimos-nos...pequenos!

Dito isto, enriqueceu-me por outro lado porque ao abraçar a minha ignorância aprendi como esse mundo é, e como as coisas se fazem. Aprendi que é possível chegarmos onde queremos e as tarefas que no inicio me pareciam difíceis após uns meses tornaram-se normais. E é difícil partilhar com as pessoas a profundidade dos conteúdos que aprendi, mas sinto-me verdadeiramente privilegiada dessa janela ter-se aberto para mim e de eu ter visto esse mundo "do lado de dentro". E  agora valorizo-me mais por isso.


Como surgiu a ideia de criar a marca Lipscani e como escolheste o nome?

A ideia tinha surgido há muito. Aliás a ideia sempre fez parte do meu plano. Só aconteceu um pouco antes, talvez, do  que eu tinha esperado, pois o meu objectivo final foi sempre ter a minha linha própria e sempre quis também que esse projecto não tivesse o meu nome, porque ia estar a ligar a minha imagem à marca que iria criar e não queria isso. Queria duas identidades diferentes: a minha, e a da minha marca.

Depois o nome foi dificil de escolher porque queria que o nome da minha marca fosse simples, algo que não tivesse um grande significado ligado ao nome e que fosse um nome fazer de memorizar e dificil de confundir com outros nomes: dãi lembrei-me de um nome de um bairro que visitei quando estava de ferias na roménia: Lipscani. Gostei, porque era fácil de pronunciar, não significava nada em concreto e tinha uma sonância de uma palavra românica (há muita gente que me pergunta se é um nome italiano) e também esse bairro tem uma forte influência de arte nova, e seria de uma certa forma um tributo e homenagem àquele lugar mágico que me inspirou.



O processo de criar. Inspiração e desenho.

O que te inspira para criar?

Em 90% das vezes, são as casas antigas, mesmo que o resultado final da minha criação nada tenha a ver com uma casa.

Lembraste da tua primeira peça de sempre a ser vendida?

Sei que foi um lenço, mas não tenho a certeza qual. No entanto sei que um dos primeiros foi um lenço Pombal que foi a minha irmã que o comprou.



Lipscani na Imprensa



Deve ser um orgulho imenso para uma jovem criadora ter as suas peças a aparecer no grande ecrã. Conta-nos um pouco mais sobre isso.

É de facto uma grande alegria ver as peças todos os dias a aparecer na novela da TVI "Doida por ti" A plural teve a amabilidade de acreditar em mim e me ajudar, tal como faz também com muitos criadores nacionais e ajuda a divulgar o nosso trabalho. Creio que o que me dá mais prazer é saber que indirectamente o meu projecto faz parte da vida das pessoas, e isso faz-nos sentir, mesmo em pequena escala, que fazemos parte do mundo. 


A arquitectura portuguesa foi o mote para a colecção passada da Lipscani, e a nova colecção, já nos podes levantar um pouco o véu?

Para a próxima colecção irei continuar com essa temática mais irei levar as coisas para um nível acima. Como a colecção do ano passado foi a minha primeira colecção joguei um bocado pelo seguro. Para o ano que vem isso não vai acontecer tanto, terei sim sempre peças básicas mas também vou fazer peças muito
mais arrojadas.




5 palavras para descrever a tua marca.

Nostalgia, luxo, delicadeza, pormenor, cor, passado, arquitectura, padrões, contos, art déco, art nouveau, desenhos, memórias.






xxx 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Em entrevista: Nádia Domingos La Mermaid - Crystals to Dust

São jovens e com bastante imaginação para dar... e vender. Vou começar uma nova série de entrevistas com jovens criadores portugueses aqui no blog, espero que gostem e que seja uma maneira de vos dar a conhecer coisas bonitas feitas por cá! :)

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Lembram-se da última shoot onde estive a maquilhar? Venham conhecer quem está por trás de tudo isso!
Chama-se Nádia Domingos, tem 22 anos e muito talento. Dona de uma figura e look invejável, transporta para a sua arte - a ilustração e o design de moda - todo o glamour das épocas de ouro. E nós agradecemos.




Pretty In Pink Collection by La Mermaid - more pictures here

Como surgiu a moda/design na tua vida?

Desde muito cedo que sempre gostei de tudo relacionado com a arte e a estética. Gostava imenso de imaginar um contexto, um tema, uma época e desenhar roupa, criar a maquilhagem e os penteados também. Tudo de uma maneira muito pitoresca e um pouco teatral.
A costura penso ter sido uma “herança adquirida” de família. A minha bisavó era uma excelente costureira, sempre foi uma grande referência, e a minha mãe foi-me ensinando umas coisinhas. Entretanto tive umas aulas de costura na minha adolescência, e na faculdade aprofundei os meus conhecimentos na mesma. Ao combinar a costura e as ideias que tinha, fui conseguindo concretizar algumas das ideias que nasciam na minha mente.
Nádia no backstage da shoot da colecção Pretty in Pink by La Mermaid

És dona de um look invejável e muito direccionado para as décadas dos tempos das divas de Hollywood, como surgiu esse gosto especial, que se acaba por evidenciar no teu estilo diário e nas peças que crias?
Em primeiro lugar, gostaria de te agradecer pelo elogio. A estética e a cultura de décadas antigas sempre me seduziram imenso desde pequenina. As minhas décadas de eleição são dos anos 20 aos 50 e depois os anos 80. As mulheres eram Mulheres, lindas, com imensa postura e uma elegância que ficou eterna em toda a história.
Ora, eu tive, como quase todos nós, uma fase um pouco mais “rebelde”  como os pais e os avós lhes chamam, que foi quando descobri The Cure. Usava imenso as t-shirts largas com imagens das bandas, casaco de cabedal, Dr. Martens, ou os ténis subidos da Reebok, calças de ganga de cintura subida, ou saia com meias de rede, e claro, o batom vermelho. Porém com o amadurecer, penso que naturalmente o meu gosto se foi direccionando para uma estética mais feminina, elegante e delicada como foram, portanto, as décadas de 20 a 50. E isso reflecte-se , claro, nas minhas criações.


A La Mermaid e a Crystals to Dust são duas marcas cheias de glamour com peças únicas e feitas com muito amor, como tem sido a recepção por parte do público? 
Não te querendo corrigir, gostaria de explicar, para também ser mais claro para o público, La Mermaid não é uma marca, não por enquanto. La Mermaid é como que o meu “nome artístico”, o meu Eu criativo. É o nome que adoptei para me mostrar ao mundo. Prefiro ser reconhecida como uma personagem, a La Mermaid, que a Nádia. A Nádia é o meu Eu vulgar do quotidiano, e esse Eu não interessa. Como La Mermaid ainda tenho poucas coisas, um portfolio pequenino.
Lancei agora uma colecção inspirada no corte do vestuário dos anos 30 com tecidos esvoaçantes  fluidos; os plissados, chiffons, acetinados,etc... Essa colecção é apenas para ser “admirada” como uma obra de arte, por exemplo, se assim se puder chamar, não é para fins comerciais.  Até agora a recepção tem sido boa, estou à espera de conseguir publicá-la em mais sítios  tentar em revistas, para chegar a um público maior e espalhar, quem sabe, a imagem pelo mundo. Estou no começo de uma segunda colecção, que para já é segredo!
A Crystals to Dust é um projecto meu, uma loja Online, com acessórios inspirados no Vintage, por assim dizer. Crio ao meu jeito, emulando um pouco as peças do antigamente. Ainda é um pouco fresquinha, mas está a correr bem!

A nova colecção Pretty in Pink da La Mermaid está cheia de peças fluidos  transparências e acessórios bastante girly. Para quem se destina esta colecção e onde foste buscar inspiração?
Como respondi, na pergunta anterior, a colecção Pretty in Pink foi inspirada muito na estética dos anos 30, no corte elegante e fluido das peças da altura. Tive como referência mulheres fantásticas como Jean Harlow, Marlene Dietrich, Carole Lombard, Bette Davis, entre outras.
A meu ver,a colecção destina-se a todas as mulheres que gostam de preservar ainda a elegância e feminilidade desses tempos, e não só. Acho que toda a mulher deve ser vaidosa, deve saber e gostar de se cuidar. Não discrimino quem não goste, mas acho que é essa a nossa natureza, e por isso devemos preservá-la. É isso que quero sempre despertar e enaltecer nas minhas colecções.

Lembras-te da tua primeira peça de sempre a ser vendida?
Para te ser sincera, não. Só até à pouco tempo é que comecei a vender Online. Antes disso só fazia peças para mim, ou para trabalhos da faculdade. Lembro-me sim, desde cedo, começar a vender as minhas ilustrações, uma segunda e muito grande paixão que tenho.






Onde estão disponíveis as tuas peças para venda? (site, feiras, loja, etc)
Os acessórios da Crystals to Dust estão à venda online no facebook  http://www.facebook.com/pages/Crystals-to-Dust/372402136152741?ref=ts&fref=ts e brevemente no Esty. Estou a planear, este ano que vem, lançar um site em grande, dinâmico e encantador!
O trabalho como La Mermaid pode ser visto no facebook http://www.facebook.com/pages/La-Mermaid/343320049033098?fref=ts .
Ultimamente tenho participado nas várias edições da Feira das Almas. Tem sido uma experiência fantástica, e tenho notado muito a aderência e admiração das pessoas. Estou muito satisfeita.

5 palavras para descrever as tuas marcas
É sempre complicado transformar algo em palavras, mas aqui vai: Elegante, feminina,  particular, pitoresca e clássica.





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